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A HISTÓRIA DA SUPERLIGA

O INÍCIO - 94/95

Depois de seis edições da Liga Nacional, entrou em cena a primeira Superliga. No total, 22 times disputaram o troféu: 12 no masculino e 10 no feminino. Entre as mulheres, o título ficou com o Leite Moça, de Sorocaba (SP), equipe que contava com Ana Moser, Ana Paula e Fernanda Venturini. No masculino, a vitória foi da Frangosul/Ginástica, de Novo Hamburgo (RS), liderada pelo campeão olímpico Carlão.

O Leite Moça, dirigido por Sérgio Negrão, derrotou o BCN (SP) por 3 jogos a 0 na final. Fernanda Venturini foi eleita a melhor jogadora. No masculino, a Frangosul/Ginástica venceu os três jogos contra a Nossa Caixa/Suzano (SP). Os campeões de Barcelona/92 foram os destaques da competição, inclusive o ponta Giovane, eleito melhor jogador.

NOVA FORÇA NO MASCULINO - 95/96

Se no feminino o Leite Moça (SP) manteve sua hegemonia conquistando o bicampeonato, no masculino uma equipe surgiu para desafiar os finalistas da edição anterior. Foi a Olympikus/Telesp (SP), comandada pelo técnico Bebeto de Freitas e liderada pelo levantador Maurício e o atacante Marcelo Negrão.

Na final feminina, o Leite Moça derrotou, novamente, o BCN por 3 jogos a 0 e terminou a Superliga invicto. Fernanda Venturini foi eleita a melhor jogadora. Entre os homens, a Olympikus/Telesp venceu na decisão o Papel Report/Suzano por 3 jogos a 1. O troféu de melhor jogador ficou com Carlão (Frangosul/Ginástica) e a revelação foi Dentinho (Olympikus/Telesp).

A VEZ DE SUZANO - 96/97

Depois de duas derrotas em finais, o Papel Report/Suzano (SP) faturou seu primeiro título da Superliga masculina, contando com craques como o levantador Marcelinho, o ponta Giovane e o russo Olikver. Já no feminino, o Leites Nestlé (antigo Leite Moça) conquistou o tricampeonato e Fernanda Venturini, pela terceira vez, foi eleita a melhor levantadora.

A equipe de Suzano, treinada por Ricardo Navajas, derrotou na final o Banespa (SP), que contava com o técnico José Roberto Guimarães e estrelas como Nalbert, Negrão e Gustavo. No feminino, o Leites Nestlé venceu por 3 jogos a 0 o Mizuno/Uniban (SP), de Ana Moser e Fofão.

SURGE O REXONA - 97/98

Duas equipes estreantes tornaram histórica a edição 97/98 da Superliga. No feminino, o Rexona, então com sede no Paraná, conquistou seu primeiro título com Bernardinho, como treinador, e Fernanda Venturini - eleita a melhor jogadora da competição - na quadra. No masculino, a Ulbra/Diadora (RS) superou a favorito Olympikus (RJ) no quinto jogo.

Para ser campeão, o Rexona venceu na final o Leites Nestlé, que buscava o tetracampeonato: 3 jogos a 1. Com grande atuação do atacante Gilson - eleito o melhor jogador, atacante e sacador da Superliga -, a Ulbra/Diadora venceu no Rio de Janeiro a partida decisiva contra a Olympikus, que tinha no elenco Maurício, Giba, Nalbert, Carlão e o argentino Milinkovic.

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