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MELHOR LEVANTAMENTO

Fofão (São Caetano/Blausiegel)

Levantadora – 10/03/70 – 1,77m

Capitã no ouro olímpico de Pequim, Fofão retornou ao Brasil depois de cinco anos atuando fora do país. E logo na primeira temporada após o retorno, a jogadora levou o prêmio de melhor em sua posição: levantadora. Esta foi a terceira vez que Fofão terminou a competição com o troféu, já que foi eleita também em 98/99, 99/00 e em 01/02, quando também foi premiada como a melhor jogadora.

Aos 38 anos, Fofão revela os segredos para as mais jovens se tornarem exímias na posição. “Não pode imitar ninguém, além de ter segurança e aguentar a pressão. Não precisa ser capitã da equipe, mas deve ser uma líder nata. Estar em constante evolução e gostar muito de treinar. Até ter um padrão de jogo de alto nível técnico, tem que treinar muito”, disse.


MELHOR ATAQUE

Sheilla (São Caetano/Blausiegel)

Oposto – 23/08/83 – 1,86m

Campeã olímpica em Pequim/08, a oposto foi eleita a melhor no ataque. Depois de cinco anos atuando fora do país, Sheilla voltou às quadras brasileiras e, além do troféu de melhor atacante, foi a maior pontuadora da competição, com 445 pontos.

Com 1,85m, a oposto mineira atingiu outra marca importante na Superliga 08/09: ultrapassou a barreira dos 800 pontos (tem 833 no total), mas não ficou 100% satisfeita. “Todas aqui queriam disputar a final. Ficamos com o terceiro lugar e, no final, foi importante para a Blausiegel, que investiu e acreditou no time”, afirmou a jogadora.


MELHOR SAQUE

Elisângela (Brasil Telecom)

Oposto – 230/10/78 – 1,84m

Medalhista de bronze nos Jogos de Sidney/00, a oposto do Brasil Telecom assegurou, pela segunda vez, o troféu de melhor saque da competição. Elisângela havia sido eleita como a melhor no fundamento na temporada 05/06 da Superliga.

Aos 30 anos, a jogadora explica que a experiência contribuiu bastante para a melhora no fundamento. “Sempre tive a característica de sacar forte. Com o passar dos anos, a potência passou a ser mais direcionada. Passei a ter mais regularidade e, até mesmo num saque viagem forçado, consigo dar um bom direcionamento”, explicou a atacante.


MELHOR RECEPÇÃO

Suelen (São Caetano/Blausiegel)

Líbero - 4/10/87 – 1,65m

Estreante no hall dos melhores atletas do campeonato, a líbero Suelen assegurou o troféu de melhor recepção da competição e mostrou humildade. “Estou muito feliz. Apesar de eu estar bem nas estatísticas durante toda a competição, não esperava levar este troféu já que a melhor líbero do mundo, a campeã olímpica Fabi estava em quadra e ainda foi campeã”, disse Suellen.


MELHOR BLOQUEIO

Thaisa (Finasa/Osasco)

Meio-de-rede – 15/05/87 – 1,96m

Campeã olímpica em Pequim/08, a meio-de-rede Thaisa foi a melhor no bloqueio. A jogadora, vice-campeã na temporada 08/09, já havia levado o troféu de melhor nesta categoria em 06/07.

A meio-de-rede ficou em primeiro lugar nas estatísticas oficiais da competição do fundamento com 27,63% de aproveitamento. Ela também figurou entre as melhores em outro fundamento, o saque. Thaisa ficou em oitavo lugar com 6,50%.


MELHOR DEFESA

Fabi (Rexona-Ades)

Líbero – 7/3/80 – 1,69m

Campeã olímpica em Pequim/08, a líbero do Rexona-Ades, hexacampeão da Superliga, foi eleita a melhor na defesa. O troféu foi o sexto na carreira da líbero, já que na temporada 07/08 foi eleita como a melhor na recepção, em 06/07 levou como a melhor recepção e melhor defesa e, em 02/03, foi eleita a melhor líbero e a melhor na recepção.

Empolgada com o título, a jogadora dedicou ao time sua premiação individual. “Não se ganha prêmio sozinha. Todas nos ajudamos bastante dentro de quadra e por isso levei o troféu”, disse.

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