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Introdução

A CBV é exemplo mundial de gestão esportiva e, por isso, além de possuir competições nacionais consolidadas, o vôlei brasileiro é presença certa nos pódios das principais competições internacionais.

Fundada em 1954, a Confederação Brasileira de Voleibol representa a entidade máxima do voleibol no país. A instituição é filiada ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e à Federação Internacional de Voleibol (FIVB).
Por meio de uma sólida base administrativa, a CBV soma conquistas dentro e fora das quadras. O voleibol brasileiro é referência mundial e, dentro das quadras, o Brasil é sempre o time a ser batido pelos adversários. Fora delas, a CBV é composta por profissionais quali­ficados, que têm à disposição total infraestrutura para trabalhar a favor de novas vitórias.
Organizada por unidades de negócios, a CBV é responsável por realizar toda a parte técnica e logística dos campeonatos em território brasileiro. De norte a sul do Brasil, pelo menos uma vez por ano, cada Estado brasileiro recebe uma competição oficial organizada pela CBV. Além disso, a instituição supervisiona todas as atividades das seleções brasilei­ras - masculinas e femininas - das três categorias (adulta, juvenil e infanto-juvenil).
Atenta aos desafios do cenário esportivo, a CBV também utiliza o voleibol como forma de sociabilização. Em 1999, criou o programa social VivaVôlei, distribuído por todo o país e que, desde a inauguração, já iniciou mais de 200 mil crianças na prática do esporte.
A Confederação Brasileira de Voleibol se caracteriza por:

  • Ser uma entidade privada sem fins lucrativos;
  • Possuir balanço publicado anualmente, sendo o mesmo monitorado por auditoria independente nas prestações de conta;
  • Possuir finanças equilibradas, não devendo nenhum tributo a qualquer órgão governamental.
  • Ser responsável pela difusão, coordenação e normalização da prática do voleibol em todo território nacional

Estrutura Organizacional

O modelo de gestão da CBV foi aprovado pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB), em 2002. A instituição máxima do voleibol mundial suge­riu às outras Federações que seguissem o exemplo brasileiro.

A busca por excelência, baseada na administração de resultados, é comandada por Ary Graça, que, desde 1997, lidera a CBV. No ano seguinte, iniciou a Era Empresarial na CBV, com a implementação das Unidades de Negócio e Apoio, vigentes até os dias atuais.

No modelo de gestão da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), três superintenden­tes planejam - em conjunto com o presidente - e coordenam as atividades, organizando e orientando as equipes de trabalho, estabelecendo rotinas, procedimentos e sistemas que otimizam as ações dentro dos padrões de qualidade estabelecidos.

O líder

Ary Graça é brasileiro, nascido em 1943, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Formou-se em direito na Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ). Iniciou sua carreira profissional em 1961, como advogado.

Atua no mercado financeiro nacional e internacional desde 1968. No âmbito esportivo destacou-se como titular dos times de voleibol do Botafogo de Futebol e Regatas e das Seleções Carioca e Brasileira, durante as décadas de 60 e 70.

Presidente de honra do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF), Ary Graça foi condecorado Benemérito do Estado do Rio de Janeiro. Em 1999, recebeu o Prêmio Equilibrista - O Executivo do Ano, concedido pelo IBEF. Foi agraciado com as Medalhas do Pacificador, pelo Exército Brasileiro, e do Mérito Desportivo Militar.

Além da CBV, preside a Confederação Sul-Americana de Volleyball e a União Pan-Americana de Vôlei, sendo também vice-presidente da Federação Internacional de Voleibol, onde ocupa também os cargos de Presidente da Comissão Mundial de Vôlei de Praia e Presidente do Comitê de Investimentos.

Organograma

Clique aqui para ter acesso ao organograma

 

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